A divisão da família: fim ou recomeço?
A Seleção Brasileira de Vôlei é uma das maiores seleções de todos os tempos, isso é fato. A união do time sempre foi uma das maiores virtudes dessa equipe. Mas o corte de Ricardinho, às vésperas do Pan do Rio, provocou uma ruptura na “Família Bernardinho”.
Ontem, o ex-capitão do time, deu sua versão do corte. Ou melhor, disse não saber qual foi o motivo de seu afastamento. Afirmou ainda que os laços da família se quebraram e que ela não passou de ilusão dos jogadores. Bernardinho reagiu de maneira educada. Os jogadores não. Entre eles, Giba e Gustavo mostraram-se bastante decepcionados com as declarações de Ricardinho. Ora, se o próprio levantador afirmava que o time era uma família qual a razão de agora querer destruir tudo o que foi conquistado?
Como toda família, as brigas fazem parte do cotidiano. Desavenças e discussões são normais. Geralmente, elas servem para fortalecer e unir ainda mais os membros da família. Porém, a atitude de Ricardinho estraga toda a harmonia e o que pode ser pior, acaba com a confiança de todos no jogador.
Giba e Gustavo estão certos ao afirmar que esperavam de Ricardinho uma atitude no sentido de ser reintegrado ao grupo e não de se afastar ainda mais. E de se sentirem ofendidos com a afirmação de que a família era ilusória. Nada que dure tanto tempo e conquiste tantas vitórias pode ser considerado devaneio coletivo. Ofende não só os jogadores, mas todos que trabalham em prol da seleção.
Claro que Bernardinho deve tentar se reaproximar também. Mas, se o jogador achar que é maior que a seleção unida, infelizmente o caminho não tem mais volta e a velha família vai precisar se reinventar e achar um novo líder.
Escrito por Tati Girardi às 21h09
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A punição que educa
A educação de crianças e adolescentes sempre é tema de discussão entre psicólogos, professores e pais. A linguagem é um dos caminhos utilizado para obter uma resposta positiva a essa educação. Mas, o linguajar que eles usam nem sempre é condizente com o que eles aprendem em casa e nas escolas. A idéia do colégio de Jaraguá do Sul em cobrar multas daqueles alunos que falam palavrões é uma tentativa de mudar essa situação. Os jovens, ao que tudo indica, concordaram com essa atitude. Os especialistas não.
Segundo diversos profissionais, essa punição só implica em constrangimento dos alunos e na perda de espontaneidade, comum nessa faixa etária. Já os defensores da idéia acreditam que essa atitude faz com que os alunos pensem mais antes de falar e adotem uma postura correta no ambiente em que estão vivendo.
Divergências à parte, a atitude tomada pelos educadores do Colégio Jaraguá serve de exemplo para aqueles que afirmam que a escola perdeu seu valor perante a sociedade. Pequenos atos que ensinem aos alunos disciplina e respeito ao próximo são atitudes que no futuro poderão se tornar maiores - já que o sintoma do desrespeito o Brasil já sabe muito bem como se manifesta.
Se a idéia mudará a realidade do país, ainda não se pode saber. Se conseguir mudar a cabeça daqueles estudantes já é um feito considerável. Agora, só multar não é a solução. É preciso pensar alternativas que façam com que os estudantes tenham consciência do que falam, não somente por imposição – o que pode ser censura – mas por entender que saber se expressar é fundamental para o futuro deles, de Jaraguá e do Brasil.
Escrito por Tati Girardi às 21h01
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Boa Noite!
Estréia hoje o "Comentando"!!
Meu nome é Tatiana Girardi e sou acadêmica do 6º Período de Jornalismo da Univali de Itajaí/SC. Este blog foi criado para a utilização na aula de Redação Jornalística e divulgará os trabalhos acadêmicos desenvolvidos em aula.
Espero que vcs gostem ;)
Escrito por Tati Girardi às 20h51
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